terça-feira, 3 de outubro de 2017

Reservas para alta temporada na Colônia de Férias dos Radialistas

Piscina da Colônia de Férias do Sindicato dos Radialistas

RESERVAS PARA ALTA TEMPORADA

Nos períodos de Alta Temporada (dezembro-janeiro e fevereiro) nenhum sócio poderá reservar mais de um quarto e por período nunca superior a 7 (sete) dias.
Para reservas no período acima, considera-se prazo de 30 (trinta) dias antes sendo que para as datas específicas fica aqui, desde já, pré-agendado.

 Para o natal de 2017 – reservas a partir de 21/11/2017
com o pagamento em no máximo até o dia 30/11/2017

 Para o Ano Novo/2018 - reservas a partir de 29/11/2017
com pagamento em no máximo até o dia 08/12/2017

 Para o Carnaval/2018 – reservas a partir de 09/01/2018
com pagamento em no máximo até o dia 15/01/2018

Um dos chalés da colônia

Não havendo o pagamento nas datas pré-estabelecidas a reserva estará automaticamente cancelada.

 Não serão mais aceitos alterações de pessoas na reserva após o pagamento.

 DEVOLUÇÃO DE PAGAMENTO E/OU REMANEJAMENTO DE RESERVA
  Não haverá mais devolução de dinheiro ou remanejamento de períodos, especialmente na ALTA TEMPORADA. Sendo isso possível, só e somente só se a desistência ocorrer em até 15 dias antes do início da reserva e desde que o sócio compareça pessoalmente ao sindicato para informar ou envie um e-mail para o Sindicato (tesouraria@radialistasp.org.br) formalizando a desistência.

Quiosque central na colônia de férias

QUARTOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA:
O prazo da reserva também é de 30 (trinta) dias antes, sendo que se prorroga até no máximo 20 (vinte) dias antes. Neste caso o pagamento para confirmação da reserva também terá que ser até o limite da reserva, ou seja, 20 (vinte) dias antes. Não havendo reserva por pessoa deficiente nos prazos estabelecidos, os quartos serão preenchidos por pessoas comuns.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

SBT RP rescinde contrato com produtora e funcionários são demitidos sem receber

Silmara Moraes foi uma das funcionárias mantidas e agora apresenta o "SBT RP Verdade" - Reprodução/SBT

SBT RP, filial da rede de Silvio Santos que cobre 85 cidades na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, passou por uma grande reformulação em agosto que vem gerando imbróglios nos bastidores, envolvendo uma ex-produtora parceira.


Com informações do site Na Telinha

Por Thiago Forato

No dia 4 de setembro, o canal tomou as rédeas da produção e estreou de uma só vez os programas "SBT RP Verdade", "SBT RP Shopping" e o "SBT RP Esportes", após romper contrato de coprodução com a Mercado Filmagens, que realizava o "SBT Noticidade" e "Oferta Mix TV", de varejo.

Com isso, 16 pessoas foram demitidas pela produtora, sendo nove que trabalhavam no"Noticidade" e outras sete no "Oferta". Os funcionários dispensados estão revoltados. Apenas quatro, incluindo a apresentadora Silmara Moraes, foram mantidos.

No entanto, os que ficaram teriam sido orientados a se demitirem da Mercado Filmagens e a renunciarem a seus direitos. Feito isso, foram contratados diretamente pelo SBT RP.

A coprodução entre Mercado Filmagens e SBT RP sempre foi alvo de falatório nos bastidores. Com estrutura física em Ribeirão Preto, ninguém entendia a necessidade de uma produtora realizar seu produto jornalístico, por exemplo. Foram 11 anos de parceria.

A relação entre as duas já estava estremecida nos últimos meses. Segundo informações obtidas pelo NaTelinha, a Mercado reclamava que o repasse do SBT não sofria reajuste, ficando defasado há tempos.

A estrutura enxuta e a falta de um investimento maior não impediu o "Noticidade" de pular do quarto lugar em 2013 para o segundo já em 2014. O jornal tinha uma boa aceitação e existia desde 1999. Giuliano Marcos, hoje na RecordTV em São Paulo, já passou pelo programa no interior paulista. Era uma marca.

Uma das reclamações dos funcionários era, além da falta de investimentos, a contratação como radialistas e não jornalistas. Na demissão com o rompimento do acordo entre SBT RP e Mercado Filmagens no último mês, a produtora teria dito, segundo fontes do site, que os demitidos entrassem na Justiça para receberem seus direitos, pois ela não teria como pagar.

Falando em pagamento, os funcionários não teriam recebido salário por dois meses: julho e agosto. O vale-refeição teria deixado de ser pago por três. No aviso prévio a ser cumprido 30 dias antes do desligamento, muitos estavam pagando para trabalhar. Um teria saído antes que ele terminasse.

Até uma moça grávida foi mandada embora, segundo relatos, o que é contra as leis. Os funcionários, então, decidiram entrar mesmo na Justiça, como orientou a produtora para receberem seus direitos. Não só contra a Mercado Filmagens, mas também contra a emissora.

Procurado pelo site NaTelinha, o SBT afirmou que a Mercado Filmagens descumpriu cláusulas do contrato e não há a possibilidade do canal pagar a conta da rescisão dos funcionários demitidos, já que esta responsabilidade não era sua.
A criação dos novos programas ("SBT RP Verdade", "SBT RP Esportes", "SBT RP Shopping"), ainda segundo o SBT, é uma estratégia de programação para fortalecer a marca.

Numa série de questionamentos enviadas à Mercado, apenas uma posição: que a produtora sempre cumpriu integralmente todas as cláusulas de contrato com o SBT RP.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Dia do Radialista, hoje, é menos comemoração e mais preocupação



Por Ronaldo Werneck

Responsáveis por garantir qualidade técnica na produção, gravação e transmissão de programas de rádio e TV no Brasil, os radialistas deveriam comemorar seu dia alusivo neste 21 de setembro. Deveriam. Mas esta data, por conta da atual conjuntura, nos leva a refletir que, o que devemos ter, de fato, é mais preocupação.

Com duas datas comemorativas no calendário, uma institucionalizada por uma canetada do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outra comemorada pela categoria pela relevância histórica - 21 de setembro de 1943, o então presidente do Brasil Getúlio Vargas instituiu o piso salarial mínimo para a categoria. - os radialistas brasileiros precisam de algo fundamentalmente para comemorar.

Radialistas produzindo programa na TV Gazeta

No Brasil, após golpe que destituiu a ex presidenta Dilma, os trabalhadores brasileiros acompanham, com reações pontuais, aos ataques indiscriminados as conquistas garantidas por anos de luta. Com a categoria dos radialistas não é diferente. 

Após a reforma trabalhista, seguindo receituário patronal de relações do trabalho, os legisladores impuseram uma séria derrota aos trabalhadores, que ainda não foi sentida porque as mudanças começarão a ser implementadas no início de novembro deste ano.

Fracionamento de férias, prevalência do negociado sobre o legislado, rescisão por acordo, redução de tempo para o horário do almoço, trabalho intermitente entre outras tantas malvadezas colocarão a categoria a prova de sua organização.

Operador de câmera em ação

O fato é que não dá mais para esperar que nossos direitos "caiam do céu". Os patrões de rádio e TV acostumados a fazer um "passa muleque" nos trabalhadores desorganizados, agora terão o respaldo da legislação trabalhista para fazer isso. Sem pudor algum. Como se algum dia tivessem alguma vergonha na cara.

Aos radialistas lhes sobram, como referência, sua história de luta e organização. Trabalhadores sindicalizados ganham mais e tem seus direitos respeitados, quando organizados. Por isso, uma motivação para comemorar seria reascender o ímpeto de uma categoria que em 1978 conquistou uma legislação própria em que garantiu à sua categoria mais de 90 funções regulamentadas e com diversas funções com carga horária reduzida. 

Suíter, local de trabalho do diretor de TV

Lembrar de nossa história é uma maneira importante de nos inspirar a nos organizar como classe e avançar como categoria.

Radialista brasileiro dia 21 de setembro tem de ser o seu dia de luta. Lute para poder comemorar.


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Fitert/PCdoB protocolam ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei que ataca legislação dos Radialistas

Foto-Ilustração: Fitert



Com informações da FITERT


Na noite desta quinta-feira (24) a Fitert, junto ao PCdoB, protocolou a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) com pedido de medida liminar contra a Lei nº 13.424, de 28 de março de 2017, que altera o artigo 4º da Lei nº 6.615/78 (Lei do Radialista).
A iniciativa de pautar a ação dentro do PCdoB foi da deputada mineira Jô Moraes, a partir de diálogos com a direção do Sindicato dos Radialistas de Minas Gerais e o secretário de imprensa da Fitert, Nascimento Silva, que representa a Federação no Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).
A ação preparada pelo departamento jurídico da Federação – o escritório Cezar Britto Advogados Associados – confronta o teor do Art. 7º da Lei nº 13.424, que modifica o Art. 4° da Lei n° 6.615/78, onde as funções dos radialistas são denominadas e descritas.
A nova redação foi aprovada em um contexto totalmente antidemocrático, pois aconteceu através da apresentação de emenda parlamentar do Deputado Sandro Alex (PSD/PR) à Medida Provisória que se restringia a determinar alterações no processo de renovação das concessões e permissões para serviços de radiodifusão e televisão.
Não houve nenhum diálogo com a categoria dos radialistas, que serão completamente afetados pelas modificações e deveriam ter participação em toda e qualquer discussão que envolvesse seu próprio mundo do trabalho.
Por isso, e entendendo que a atualização no texto da Lei dos Radialistas dá abertura para a criação da multifuncionalidade nos setores de radiodifusão e televisão, o que sucatearia ainda mais as condições de trabalho da categoria dos radialistas, a Fitert acredita ser de extrema urgência a anulação desta alteração. “O nosso objetivo é, através dessa ADI, retirar o Art. 7° da Lei nº 13.424, pois ele apenas atende aos interesses e caprichos dos empresários de comunicação e seu conteúdo não coincide de forma alguma com o objeto da lei”, afirmou o coordenador geral, José Antônio.
Ele também reforça que a Fitert entende a necessidade da discussão para atualização do quadro anexo (decreto 84.134/79) que regulamentou a legislação dos radialistas, mas ressalta que “é necessário garantir aos trabalhadores radialistas seus direitos previsto em lei, o que já é bem difícil para a categoria no Brasil, para então discutirmos as alterações no quadro de funções com ética e responsabilidade que atenda a necessidade tecnológica e garanta os direitos dos trabalhadores”.
Agora, a Federação continuará acompanhando o andamento do processo e não medirá esforços para reverter o atual quadro da Lei dos Radialistas. É de grande importância que neste momento a categoria permaneça em luta para barrar todo e qualquer retrocesso em seus direitos.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Justiça manda TV Canção Nova reintegrar dirigente sindical demitido


Diretor Odair José Rossato  

Por Ronaldo Werneck


A TV Canção Nova, de Cachoeira Paulista, interior de São Paulo e ligada à Igreja Católica, demitiu sem justificativa, o diretor do Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo, Odair José Rossato. O que fez com que a a direção do Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo orientasse seu departamento jurídico a acionar a Justiça para sua reintegração. A decisão jusdicial determinou, então, sua reintegração no prazo máximo de 48 horas. A empresa ao ser comunicada pelo oficial de justiça, reintegrou o dirigente imediatamente nesta segunda feira (21).

 A determinação da Justiça vem de encontro a Lei, que garante estabilidade no emprego ao dirigente sindical em uso de seu mandato, outorgado pela categoria.

A forma ilegal e destemperada da empresa em demitir um representante sindical e que presta serviço há 20 anos na empresa, demonstra total falta de consideração e compromisso com seus trabalhadores, que tem se revelado não só com a perseguição do companheiro Odair, mas aos sucessivos atrasos de pagamentos de salários dos trabalhadores, que vem se arrastando há meses na empresa.

As tentativas de demissões de dirigentes sindicais não é nova, como também não são as reincidentes decisões judiciais de reintegração dos mesmos. 

A diretoria do Sindicato dos Radialistas repudia total e qualquer postura de perseguição aos seus dirigentes e representantes dos trabalhadores que, além de trabalharem em empresas de Rádio e TV, tem um mandato sindical a ser cumprido e que as empresas devem respeitar. 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Câmara Municipal de São Paulo exibe filme sobre envolvimento da Volkswagen com a ditadura militar brasileira

Ilustração reprodução NPC

Por Ronaldo Werneck


Na próxima quarta feira (9), às 18h na Câmara Municipal de São Paulo, será exibido o filme documentário "Cúmplices? A Volks e Ditadura Militar Brasileira".
O filme revela o envolvimento da montadora brasileira com o governo militar da época, além de expor a forma como os trabalhadores da empresa foram perseguidos pelo regime, com a conivência da emissora. O filme é produzido pela TV pública alemã e dirigido por Stefanie Dodt e Thomas Aders.
Devem estar presentes trabalhadores lutadores da Volks, que se reúnem regularmente e debatem sobre o episódio, além de diversas pessoas e entidades que os apoiam nessa luta. Após exibição do filme será realizado um debate com esclarecimentos sobre o fato ocorrido no período da ditadura.
O documentário alemão está disponível na internet, com 44 minutos e pode ser visto por dispositivos móveis com acesso a rede mundial de computadores. Quem tiver dificuldade em acessar ou não conseguir assistir, o Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas - IIEP se compromete enviar o acesso ao conteúdo para isso entre em contato via whatsapp através do número 11 9 7110 2474 ou por e-mail secretaria@iiep.org.br.  

Clique para assistir o filme legendado 
(A página está em alemão, mas o filme tem legenda em português quando abre)
A TVT fez uma ótima matéria sobre o tema. Clique para o vídeo.

Com informações Rede Brasil Atual

sábado, 22 de julho de 2017

Análise de Conjuntura, mudanças na CLT e Previdência Social são temas do 10º Congresso dos Radialistas em seu segundo dia

Mesa de apresentação de análise da conjuntura nacional e internacional 


Por Ronaldo Werneck


No segundo dia do 10º Congresso do Radialistas as mesas temáticas tomaram o dia. Na parte da manhã, a apresentação contou com a mediação do diretor Sérgio Ipoldo e participação do diretor coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em empresas de Rádio e TV José Antonio de Jesus, do membro da direção da Intersindical Mané Melato e por Mateus Nunes, membro da União Juventude e Rebelião.

Cada apresentação pontuou os acontecimentos políticos atuais que tem atingido a classe trabalhadora. Alguns fazendo resgates históricos, que revelam uma relação evolucionária das questões econômicas em desenvolvimento em nível mundial.

Apresentação do Juíz Souto Maior foi no período da tarde

No período da tarde o congresso contou com duas mesas, a primeira com o juiz Souto Maior apresentando "Quais os impactos para a Classe Trabalhadora com as mudanças na CLT" a segunda mesa temática da tarde "A Previdência Social e o Trabalhador do futuro". 

A abordagem de Souto Maior foi criticar a rapidez e sem a discussão necessária com a sociedade, para aprovação de uma reforma trabalhista que revelou-se ser incompatível com o conjunto da CLT. 

Na segunda mesa os convidados foram Rita Pinto servidora aposentada do INSS, membro da oposição do SINSPREV e Arnaldo Marcolino, membro do Conselho Estadual de Saúde e ex-dirigente sindical do Sindicato dos Radialistas, contribuíram, cada um com seu conhecimento em suas áreas. 



Mesa com participação de Rita Pinto e Arnaldo Marcolino

Já, na segunda mesa, Rita se destacou em sua apresentação, pois como é especialista na área previdenciária, revelou situações que incomodaram os presentes devido a gravidade com que o governo impõe medidas para impedir a aposentadoria do trabalhador e de como o desmonte do INSS tem avançado com rapidez.

O 10º Congresso dos Radialistas no estado de São Paulo segue amanhã com os delegados debatendo Plano de Lutas, em que a categoria deve usar com referência na defesa de suas conquistas e na organização para vitória de outras.

O Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo realiza seu congresso estadual a cada três anos cumprindo o estatuto da entidade.